Você conhece o Trolololo? (Se não, clique no link e volte aqui pra continuar!) Pois é, o que era engraçado — pelo nível de bizarrice para os padrões de hoje em dia — fica mais engraçado com a adição de um gato.
Gatos, sempre eles.
Todo estudante homem tem propensão a ser babaca. Ainda que possam dizer o contrário, a idiotice do aluno do sexo masculino só aumenta enquanto ele estuda, até que, em determinado ponto, ele acaba acordando pra vida e ficando menos imbecilóide.
Claro, a regra não se aplica a todos. Ok, se aplica. Atire a primeira bolinha de papel cuspida com a caneta o primeiro que nunca sentou o dedão molhado no tímpano da menina da frente. Quais nunca imitaram um animal qualquer no fundo da sala? Uma guerra de giz, um estilingue de elástico, uma puxada na piranha (veja bem, sem trocadilho) da garota mais próxima, han? Vão me dizer que nunca olharam pra trás e pensaram “nossa, como eu fui um palerma nesse dia”? É, eu sei. Você tembém é um idiota.
Daí mesmo é que vem a justificativa para um professor perder o senso e teleguiar um apagador dentro das fuças de um sujeito que não para de azucrinar durante toda a aula. E geralmente esse infeliz não é réu primário; já atazanou tudo o que podia, o que não podia e o que fodia… a paciência do professor. É um pentelho, um marginal, um merdinha — somos todos, aliás — que vai ter o que merece.
E pra tabelar desse jeito tem que ter treino, rapaz. Não é qualquer professorzinho novato não…
É incrível a capacidade do ser humano de criar coisas inúteis, idiotas e ruins, ruins, mas tão ruins… que chegam a ter graça. Apresento-lhes Seketh Barbara feat. Rapper LCD — Me Trocou.
Ah, prestem atenção na ponte.
Então, a ponte?
Lembra daquele moleque que morreu se jogando de uma ponte no Maranhão em Janeiro desse ano? Vê se não é a mesma:
SAI DAÊ MININA QUI EÇA PONTE EH DU MAU!!!
A dica foi do @Ayaland; quem descobriu a ponte fui eu mesmo.
Eu também nunca tinha visto.
Imagine que você é um policial, dando uma ronda por uma daquelas estradas americanas, quando do nada surge um buldogue e começa a… comer o carro!
Expreçionante.
Não é parkour, não é corrida de obstáculos, não é nenhum esporte; é só um imbecil fazendo imbecilidade, só isso.
Atendimento ruim, filas intermináveis, falta de respeito e funcionários mal treinados: essas são as características comuns de qualquer lugar concorrido, no mundo todo.
O problema é quando isso se torna recorrente. Aí as pessoas apelam pra qualquer artifício.

Pokégato, Zunhada Mortal!
O vídeo se explica sozinho.
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