É incrível a capacidade do ser humano de criar coisas inúteis, idiotas e ruins, ruins, mas tão ruins… que chegam a ter graça. Apresento-lhes Seketh Barbara feat. Rapper LCD — Me Trocou.
Ah, prestem atenção na ponte.
Então, a ponte?
Lembra daquele moleque que morreu se jogando de uma ponte no Maranhão em Janeiro desse ano? Vê se não é a mesma:
SAI DAÊ MININA QUI EÇA PONTE EH DU MAU!!!
A dica foi do @Ayaland; quem descobriu a ponte fui eu mesmo.
Eu também nunca tinha visto.
Imagine que você é um policial, dando uma ronda por uma daquelas estradas americanas, quando do nada surge um buldogue e começa a… comer o carro!
Expreçionante.
Atendimento ruim, filas intermináveis, falta de respeito e funcionários mal treinados: essas são as características comuns de qualquer lugar concorrido, no mundo todo.
O problema é quando isso se torna recorrente. Aí as pessoas apelam pra qualquer artifício.

Pokégato, Zunhada Mortal!

E ainda tem gente que tem umas manias estranhas…
Mulher que reclama quando não consegue se segurar e tem que entrar em um banheiro qualquer pra fazer um pipi, lota o vaso de papel higiênico e gira a torneira segurando um papel-toalha, não sabe que dar um mijão na rua, até pro homem, nunca é uma experiência completamente satisfatória. Aliviante, sim, mas longe de ser um ato tão natural quanto o que temos em nossa privada privada. Via de regra, banheiro público masculino é sujo, fede a mijo e você nunca sabe onde dá pra colocar a mão — e por isso mesmo de vez em quando a gente sai sem lavar, antes lanchar com sujeira do teu pinto que com a dos outros.
Número dois, então, é uma tristeza. Se você tiver azar suficiente de estar longe demais de qualquer trono conhecido e precisar esvaziar o tubo da pasta de dente, meu irmão… É preferível soltar o barro dentro de um saco de supermercado e arremessar o mais longe possível do que se aventurar a sentar o rabo em penico alheio.
Sim, os homens também colocam papel higiênico na hora de sentar em privada pública. Claro que nossa capacidade avançada de manter o anu na gaiola por horas seguidas é muito maior que a das mulheres, por isso é muito mais difícil acontecer de termos uma vontade (des/in)controlável de soltar um barro quando fora de casa. Mas essa capacidade não é cem por cento garantida, então volta e meia somos obrigados a virar reis na rua. Tomamos todas as precauções pra não botar a bunda em cima de um lugar muito provavelmente regado de urina de sabe-se lá quem, sabe-se lá que doenças venéreas carrega, e gastamos metade do rolo protegendo a bunda de um possível ataque bactericida assassino em nossas regiões mais remotas.
Sentamos no vaso, fazemos força, aguardamos o suadouro dar um tempo. Os peidos são intermináveis e fedem tanto quanto diarréia podre de urubu. As paredes do cubículo parecem se fechar contra nós como em um filme do Indiana Jones. Alguns têm a fobia do bicho que vem pelo cano e entra no cu, outros a fobia do vaso entupido que faz a bosta chegar até no pinto. E por falar em pinto… merda, encostou na privada.
No dia 08 passado foi ao ar na Globo um episódio da novela das oito em que a paraplégica Luciana ganhava um blog de sua irmã e, talvez pra tentar fazer com que esse pedaço da trama tivesse mais realidade e/ou pra gerar buzz em torno da novela, criaram mesmo o tal blog, que está hospedado na Globo.com. Lá podemos ler desabafos, histórias e relatos da personagem tetraplégica com a maior, melhor e mais rápida recuperação do mundo, que não demorou muito a mostrar que não é preciso ter dez dedos pra se tornar um blogueiro de sucesso.
Mas o problema todo não é aceitar a tetraplegia pra-inglês-ver da personagem, ou imaginar como ela escreve textos quilométricos muito bem formatados e sem erros de digitação… não podendo usar seus dedos pra isso. Não, nada disso seria problema no mundo fantasioso da cabeça de Manoel Carlos. O problema mesmo é o que as pessoas pensam disso tudo.
Revirando uma ou duas páginas dos comentários do primeiro post do blog achei comentários muito construtivos, que definem muito bem o que o povo brasileiro pensa sobre a novela e, pra ser sincero, eu não esperava tanta franqueza.

Continui assim arrazando!
Muito bem, Braziu. Muito bem.
Desde que o Lasier Martins tomou um chocão a RBS não via algo tão magnífico na sua grade de programação. Dentro de um estúdio apertado, disputando cada centímetro a tapa com os câmeras e os contrarregras, calor senegalês de 37ºC na sombra, olha que bosta isso faz na cabeça de um sujeito:
Água no pescoço só alivia se for no de baixo, rapaz.
Dica do @Ayaland
Sair de repente pra kagar pode não ser uma tarefa das mais fáceis. Pra dar uma ajudinha, vai aí uma lista com os passos a seguir para completar a tarefa com maestria.

Não sei o que seria de nós se não fosse o Google Maps…
Segura o fôlego, 1, 2, 3…
Alguma coisa a comentar? Nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein…
Ok, essa é velha demais. Demais mesmo.

Tá lá o almofadinha dando um trato nos bracinhos, filmando a proeza e fazendo barulhinho como se fosse o próprio Sansão.
Até que o cachorro passa na frente e atrapalha a gravação.
Por essa você não esperava, né?
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