Depois de anunciar ao mundo todo que na madrugada de hoje chuvas de meteoros poderiam ser vistas ao redor do globo, a NASA preparou um novo logotipo para os que ficaram acordados até cinco da manhã, chegaram atrasados no trabalho e não viram porra nenhuma.

Fomos trolados, crianças. Duramente trolados.
Bananas são frutas temperamentais.

Isso se durar isso tudo.
Agora há pouco eu perguntei no twitter exatamente o que está escrito no título desse post (na verdade, por um erro insistido de digitação, a frase saiu com “nessa” no lugar de “nesta”, mas o desafio é o mesmo de qualquer forma). Será que você consegue encontrar a resposta?
Existe três erros nesta fraze. O último dos 3 erros é a própria palavra!
Pense um pouquinho antes de rolar a página para baixo, ok?
Ok, vamos à resposta.
Na frase há dois erros elementares: “existe” e “fraze”. O correto é “existem” e “frase”. Como a própria frase fala sobre ela, “nesta” está correto*. Portanto há 2 erros na frase, então conclui-se que:
O fato da frase afirmar que há um terceiro erro é um erro, portanto esse é o terceiro erro.
Fácil, né?
Não, nem tanto. Se existe um terceiro erro, a frase estava certa ao dizer que eram 3 erros. Na verdade você criou um erro ao dizer que a frase estava errada.
A resposta para achar o último dos três erros está logo abaixo do primeiro parágrafo do post. É só passar o mouse para aparecer!
Parabéns à @morenamora e a @brunacereja por resolverem o problema sem resposta!
*Há quem prefira dizer que “essa” também está correto, pois há um paradoxo na construção da frase. Autorreferência é o nome. Assim, as duas formas valeriam e o desafio continuaria o mesmo.
Todo estudante homem tem propensão a ser babaca. Ainda que possam dizer o contrário, a idiotice do aluno do sexo masculino só aumenta enquanto ele estuda, até que, em determinado ponto, ele acaba acordando pra vida e ficando menos imbecilóide.
Claro, a regra não se aplica a todos. Ok, se aplica. Atire a primeira bolinha de papel cuspida com a caneta o primeiro que nunca sentou o dedão molhado no tímpano da menina da frente. Quais nunca imitaram um animal qualquer no fundo da sala? Uma guerra de giz, um estilingue de elástico, uma puxada na piranha (veja bem, sem trocadilho) da garota mais próxima, han? Vão me dizer que nunca olharam pra trás e pensaram “nossa, como eu fui um palerma nesse dia”? É, eu sei. Você tembém é um idiota.
Daí mesmo é que vem a justificativa para um professor perder o senso e teleguiar um apagador dentro das fuças de um sujeito que não para de azucrinar durante toda a aula. E geralmente esse infeliz não é réu primário; já atazanou tudo o que podia, o que não podia e o que fodia… a paciência do professor. É um pentelho, um marginal, um merdinha — somos todos, aliás — que vai ter o que merece.
E pra tabelar desse jeito tem que ter treino, rapaz. Não é qualquer professorzinho novato não…
Se você terminou seus estudos escolares há mais de um ano sabe o tamanho da dificuldade de lembrar de fórmulas matemáticas, até mesmo as mais simples. Cálculos de área, de distribuição eletrônica, Fibonacci, lembrar pra que diabos serve um cateto… tudo isso é um exercício de paciência e memória que, dependendo da dose, pode ser fatal.
Maaas, como eu quero o bem dos meus leitores e não quero ficar sabendo de ninguém que leu esse post e se matou por não lembrar pra onde ia o resto no final da divisão, vou deixar uma fórmula bem simples de ser lembrada, a fórmula do volume de uma pizza. A imagem explica sozinha.

Isso professor de Matemática nenhum ensina.
Aprender a falar japonês não é, para nós ocidentais, uma tarefa muito fácil. Mas esse pequeno guia vai fazer de você um cidadão do olho puxado muito melhor do que qualquer robozinho feito por eles. Ou talvez não.
Preste bastante atenção:
Viu como é fácil?
Vendo quatro dentes em perfeito estado de funcionamento. Mastigam, mordem, estraçalham a comida em poucas mastigadas. Perfeitos para dentaduras, exposições em aulas de biologia e museus arqueológicos. Pouco uso!
Motivos da venda:
Interessados favor enviar e-mail. O valor da venda é o preço da cirurgia.
A propósito: dente do juízo, só se for do juízo final.
Esse mês faz 40 anos que o homem foi à Lua.




Tudo bem, se você acredita que o módulo tosco voa, que a Kodak ganhou milhões para fazer um filme que não queimasse, que o montinho de terra foi coincidência, que há penumbra onde não há atmosfera e que as sombras divergentes podem mesmo acontecer (veja mais no A Fraude do Século), eu não pretendo te convencer. Mas peraí, ainda não acabou: cadê as estrelas nas fotos? Pois se aqui na Terra, onde há quilômetros e mais quilômetros de camadas de moléculas formadoras da nossa atmosfera, nós conseguimos contar milhares delas… como em um lugar onde não há barreiras para a entrada da luz não se consegue ver uma estrela sequer, em diversas fotografias?
Vivemos no século 21, crianças. Em 40 anos nós criamos os computadores, os celulares, as televisões de LCD, as cãmeras digitais, descobrimos doenças e vacinas, desvendamos o DNA humano e, principalmente, estamos conectados (e não só pela internet): dois pensam melhor que um e o mundo inteiro pode pensar e analisar friamente qualquer coisa, qualquer fato, qualquer imagem. Vamos aprender a questionar mais o que vemos, gente.
40 anos do homem na Lua? Só se eles tiverem ido de novo, e não precisassem hoje de tanta tecnologia para ir de novo.
Vocês já assistiram à matéria sobre pedofilia online do CQC? Não? Vale a pena:
Vi no Vida Ordinária.
Só não entendi uma coisa…

Que diabo de MSN é esse que escreve “disse” com “C”?
UPDATE:
Um computador del Paraguay, talvez.
Lembram das Cabras que desmaiam? Pois é. Agora elas sofrerão nas mãos de um adversário mortal…
Ah, foi engraçadinho, não foi?
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