Nas últimas Olimpíadas de Inverno o Curling ficou conhecido por essas bandas de cá. Nunca antes na história desse país pudemos torcer(?) por um esporte tão fora da nossa realidade, com regras tão estranhas e sem sentido.
O básico, porém, todo mundo entendeu: aquele alvo gigante no final da pista de gelo só poderia querer dizer que quem joga a pedra mais perto do meio, ganha.
Todo mundo rindo, baixando o cacete no personagem do joguinho, dando com a cara dele na parede, se divertindo com o sangue voando. Mas isso não vai ficar barato.
Dá risada agora, vagabundo.
Procurei a caixa pela casa inteira. Entrei até no banheiro tentando achar a bendita, procurei até atrás da privada. Claro que com a minha visão de macho alfa eu não conseguiria encontrar nem o meu nariz, mas ainda assim continuei minha caçada pelo joguinho que tinha mudado a minha vida de adolescente. Até que cansei de brincar de detetive comigo mesmo e me reneguei à patroa: “mulher, cadê o meu Twister?”.
Senti um cheiro de animação vindo da sala. Ela desligou a novela e veio pulando até o quarto, abriu o armário, tirou a caixa de dentro e entregou pra mim toda animadinha: “Huumm, vamos jogar?”. “Não, meu amor, vamos enfiar isso aqui no cu do gato”.
Claro que isso eu só pensei.

Pé esquerdo e direito no amarelo e mão esquerda e direita no verde? Assim até eu.

E nem deu pra dizer que ela tava errada.
Huuuuuuum… café fresquinho feito pelo maridão, que possui três dotes culinários: macarrão à bolonhesa (único prato salgado), beijinho (nham, nham!), brigadeiro e café (delírio).

Esquece da lâmpada queimada, aquele rádio que não funciona mais… Tá, é muito bom quando aqueles interruptores multifuncionais deixam de ser mero enfeite e passam a funcionar devidamente, mas vamos combinar que o cheirinho do meu pretinho de todo dia — ops!, o café \o/ — é muito bom.
Como O Garçom mesmo diz, tenho sempre que meter o bedelho no que ele faz. Mas, fala: ficou bom né?!
Em um jogo de baseball um tanto incomum, um garoto “recebeu” duas bolas de presente, uma a três tacadas da outra, praticamente sem sair do lugar. Só vendo para acreditar.
A cara de “Quimerdeéssa?” dele é a melhor.
Garoto de 14 anos bebe gasolina para ficar igual ao Optimus Prime
Segundo declaração do pai:
Ele começou a beber gasolina há cinco anos, quando a gente descobriu que ele gostava de cheirar o líquido do isqueiro.
Desde que o meu filho começou a beber gasolina, seu QI diminuiu muito, e agora ele não consegue resolver adições e subtrações simples. Antes ele era um garoto esperto, conseguia até consertar a televisão. Agora não sabe nem quanto é 7 mais 17.
Bebe gasolina há 5 anos e não sabe quanto é 17 mais 7? É claro que é 22…!
O título já diz tudo.
E não tem cara de ser fake.
Tudo bem, a porrada na porta do elevador tem.
Se você admira Parkour, aquele esporte de gente maluca em que a ideia é saltar o máximo de obstáculos possíveis e utilizá-los de forma inteligente e eficiente para um tipo de locomoção sem rumo (nada que substitua o velho método: andar) mas sua natureza é lenta, preguiçosa e indolente, este vídeo mostrará como você pode praticá-lo sem sair muito de sua zona de conforto. Afinal, todo nerd sedentário bonachão também pode se quebrar um pouco de vez em quando.
Homem bate recorde ao viver 113 dias com 40 cobras venenosas
O sul-africano Marc Smit, 29, bateu um recorde ao ficar preso 113 dias, num espaço de 20 metros quadrados, com 40 cobras venenosas, noticiou o “Daily Mirror” nesta terça-feira (7). O recorde anterior era de 107 dias, em 1986. O desafio foi cumprido no parque Chameleon Village Reptile Park and Zoo, em Hartbeespoort Dam (África do Sul), onde Smit trabalha cuidando de répteis.Durante os 113 dias da missão intitulada Snake-Sit-In 2008, ele conseguiu arrecadar o equivalente a R$ 20 mil em doações, que serão repassados à fundação Save a Child. O jovem também quer escrever um livro sobre o comportamento das cobras observado durante o período de clausura, quando comeu, dormiu e se exercitou na companhia dos répteis.
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Quebrando mais um recorde, anuncio que morei por 10 meses (305 dias) com a minha sogra e, desses, passei 4 desempregado, ou seja, preso num espaço de 100 metros quadrados com um ofídeo da pior espécie! Quaro saber agora cadê o Guiness nessas horas, que não aparece??
E, a propósito, ao contrário “do jovem” da reportagem, eu não tenho gosto nenhum por animais rastejantes e venenosos de duplo sentido. Nenhum mesmo.
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