
E ainda tem gente que tem umas manias estranhas…
Mulher que reclama quando não consegue se segurar e tem que entrar em um banheiro qualquer pra fazer um pipi, lota o vaso de papel higiênico e gira a torneira segurando um papel-toalha, não sabe que dar um mijão na rua, até pro homem, nunca é uma experiência completamente satisfatória. Aliviante, sim, mas longe de ser um ato tão natural quanto o que temos em nossa privada privada. Via de regra, banheiro público masculino é sujo, fede a mijo e você nunca sabe onde dá pra colocar a mão — e por isso mesmo de vez em quando a gente sai sem lavar, antes lanchar com sujeira do teu pinto que com a dos outros.
Número dois, então, é uma tristeza. Se você tiver azar suficiente de estar longe demais de qualquer trono conhecido e precisar esvaziar o tubo da pasta de dente, meu irmão… É preferível soltar o barro dentro de um saco de supermercado e arremessar o mais longe possível do que se aventurar a sentar o rabo em penico alheio.
Sim, os homens também colocam papel higiênico na hora de sentar em privada pública. Claro que nossa capacidade avançada de manter o anu na gaiola por horas seguidas é muito maior que a das mulheres, por isso é muito mais difícil acontecer de termos uma vontade (des/in)controlável de soltar um barro quando fora de casa. Mas essa capacidade não é cem por cento garantida, então volta e meia somos obrigados a virar reis na rua. Tomamos todas as precauções pra não botar a bunda em cima de um lugar muito provavelmente regado de urina de sabe-se lá quem, sabe-se lá que doenças venéreas carrega, e gastamos metade do rolo protegendo a bunda de um possível ataque bactericida assassino em nossas regiões mais remotas.
Sentamos no vaso, fazemos força, aguardamos o suadouro dar um tempo. Os peidos são intermináveis e fedem tanto quanto diarréia podre de urubu. As paredes do cubículo parecem se fechar contra nós como em um filme do Indiana Jones. Alguns têm a fobia do bicho que vem pelo cano e entra no cu, outros a fobia do vaso entupido que faz a bosta chegar até no pinto. E por falar em pinto… merda, encostou na privada.
Aspira do exército, este post é pra você. Se você está aprendendo agora a puxar gatilhos, se esconder no mato e arremessar coisas que explodem, assista a esse vídeo…
… e aprenda o que NÃO fazer, por favor.
O aluno leva o notebook pra aula, fica de sacanagem e…
Só poderia dar merda mesmo, o que você esperava?
Ok, foi encenado, mas diz aí: deu um friozinho na espinha, né?
Aprenda a tocar gaita.

Ok, talvez não desse jeito.
Se você terminou seus estudos escolares há mais de um ano sabe o tamanho da dificuldade de lembrar de fórmulas matemáticas, até mesmo as mais simples. Cálculos de área, de distribuição eletrônica, Fibonacci, lembrar pra que diabos serve um cateto… tudo isso é um exercício de paciência e memória que, dependendo da dose, pode ser fatal.
Maaas, como eu quero o bem dos meus leitores e não quero ficar sabendo de ninguém que leu esse post e se matou por não lembrar pra onde ia o resto no final da divisão, vou deixar uma fórmula bem simples de ser lembrada, a fórmula do volume de uma pizza. A imagem explica sozinha.

Isso professor de Matemática nenhum ensina.
É a velha fórmula: alguns idiotas, uma câmera e outro, mais idiota ainda, com vontade de aparecer.
Poderia ser pior. Poderia ser concreto.
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