Dia bonito, passarinhos cantando, borboletas voand–CARACA, QUIQUIÉ AQUILO ALI, MANÉ, UM CARRO DESGOVERNADO??
É expreçionante.
Enviado por um parente de opção sexual duvidosa.

O que é que entra duro e seco e sai mole e molhado?
O Wulffmorgenthaler não sabe, mas a resposta está nas tags do post (quem lê pelo feed vai precisar entrar no site) (como se ninguém soubesse a resposta disso).
É com grande orgulho e prazer que o Comeu Tudinho? apresenta o primeiro participante do Troféu Burro Duro!
Ele é gringo, bronzeado de praia, navega na internets e é lek piranha 157; ele é Jonathan Parker! [insira_ovações_aqui]
Jonathan Parker é o filhinho que todo pai pediu a Deus: entrou de surdina na casa da madame, fez a limpa nas joias, deu uma paradinha no computador da vítima pra verificar a gangue 157 no Facebook e… Aaaleluia!! o mané deixou a conta aberta no computador da mulher. Não precisa dizer o quão trabalhoso foi encontrar e enjaular o meliante.
Pois bem, caro leitor, diga: vale quanto?
Troféu Burro Duro — Jonathan Parker, o ladrão geek
Se você acessa o site pelo feed, clique aqui para votar.
Lá nos idos dos anos 90, um jogo tomava conta das conexões discadas de todo o mundo: Worms. Era um joguinho viciante, que contava com gráficos muito legais para a época e era dinâmico e bem fácil de entender: bombas divinas, tacos de baseball e minas terrestres — estrategicamente posicionadas… na cabeça do inimigo (!) — eram as armas que você usaria para eliminar todas as minhocas oponentes, arremessando as pobres na água ou as explodindo para longe.

Neste joguinho havia diversos métodos engraçados de se eliminar um inimigo, desde a Granada Divina até o Burro de Concreto, ou o Burro Duro, ambos com a trilha sonora em coro de “Aleluia!” antes de suas explosões épicas. Este vídeo no Youtube ilustra bem o poder do bicho.
Saudosismo e nerdice à parte, o ponto é o seguinte: o Comeu Tudinho? tem o orgulho de apresentar o Troféu Burro Duro!

O Troféu contemplará os autores dos feitos mais imbecis de toda a humanidade e terá os níveis Bronze, Prata, Ouro e, o principal e mais cobiçado, o Burro de Concreto. Os participantes serão indicados pelo blog e votados pelos visitantes, que decidirão até a final quem levará o Burro para casa. O primeiro participante será apresentado amanhã neste mesmo horário.
Apesar de não ter nada a ver com o jogo, o Troféu Burro Duro também quer presentear o ganhador do prêmio com uma passagem de ida com tudo pago à termosfera, sem escalas e sem volta, para que a Terra se torne, aos poucos, um lugar mais leckal de se viver.
AAAleluia!!
O VMA desse ano trouxe uma surpresa: o Kanye West tomando o microfone da Taylor Swift e babando o ovo da Beyoncé por causa do prêmio de melhor clipe dado à loirinha, dizendo que a deixaria terminar, mas o clipe da morena era o melhor de todos os tempos.
Foi aí que o Chris Brown entrou em cena, deu uma entrevista ao Comeu Tudinho? e declarou com veemência:

Verdade seja dita: não é mesmo.
Esse é o início de mais uma série do Comeu Tudinho? que eu espero que vá para frente. Aliás, pra frente, pra trás, freneticamente, em movimentações pélvicas sacanas e maldosas, assim como os impostos que o governo toma da gente na mão grande e aquelas cenas picantes dos desenhos animados da Disney que fizeram sucesso nos anos em que a sua avó vestia fraldas.
Pois então, eis que apresento a série de Coisas que eu tenho medo. Essas coisas podem ser qualquer coisa compreendida no âmbito de qualquer conjuntura e qualquer tempo, desde que não ofendam a moral e os bons costumes e que não sejam usadas na fabricação de casacos de pele de animais mortos.
Brincadeirinha. Pode ofender a moral, os bons costumes e a sua mãe também.
Começa quando eu entro no banheiro. Está tudo no lugar, limpo, cheirando a Bom Ar®, como manda o figurino. Só há uma coisa errada mas eu não sei exatamente o quê. Meus olhos acusam algo estranho pelas periféricas mas não conseguem captar quando olham diretamente. Eu jogo água na cara, olho no espelho, bato nas bochechas e pego a escova. Aí é que eu percebo algo errado.
Eu pego o tubo de pasta e tenho certeza de que é uma pegadinha. Nada do que eu vi até hoje incluía tubos de pasta gigantescos, a ponto de serem maiores que o meu palmo. O tubo é absurdo, tem 180g de pasta — ou, pelo menos, é o que diz no rótulo — e parece dizer “me aperta, pra acabar mais rápido”, que foi, por causa do meu instinto destruidor, exatamente o que eu fiz: atochei pasta na escova inteira, até nos dedos, escovei os dentes e arrotei pasta até o dia seguinte.
Huuuuuuum… café fresquinho feito pelo maridão, que possui três dotes culinários: macarrão à bolonhesa (único prato salgado), beijinho (nham, nham!), brigadeiro e café (delírio).

Esquece da lâmpada queimada, aquele rádio que não funciona mais… Tá, é muito bom quando aqueles interruptores multifuncionais deixam de ser mero enfeite e passam a funcionar devidamente, mas vamos combinar que o cheirinho do meu pretinho de todo dia — ops!, o café \o/ — é muito bom.
Como O Garçom mesmo diz, tenho sempre que meter o bedelho no que ele faz. Mas, fala: ficou bom né?!
Que SPAM é uma coisa chata e inconveniente todo mundo sabe. Aquela propaganda fora de hora, aquela insistência em empurrar para você coisas que você não precisa — práticas que até na vida real a gente vê o tempo todo. Mas o que diabos quer dizer SPAM? E o que isso tem a ver com humoristas ingleses e presunto enlatado?

SPAM vem do inglês “Spiced Ham”, ou “presunto temperado”, que é o nome de um enlatado produzido pela Hormel desde os anos 30, década em que a internet nem sonhava em existir. Essa especiaria foi criada para trazer mais praticidade à cozinha dos preguiçosos e dar uma melhorada na junk food da época — a famosa “comida de solteiro” –, que matava mais que a guerra. Desde então o SPAM é utilizado em uma boa parte das receitas estadounidenses, o que nos leva a crer que o troço é gostoso (ou o povo dos EUA não tem paladar pra merda nenhuma mesmo).
O SPAM eletrônico é a terceira pior invenção tecnológica, atrás apenas do Tamagotchi e do botão de chamar atenção do MSN. Seu uso é feito de forma cada vez mais indiscriminada, o que leva os números da propagação desse tipo de praga serem comparáveis aos da gripe suína e da peste bubônica. Qualquer pessoa, mesmo sem saber, pode se tornar um spammer de mão cheia — e isso faz a internet ficar cada vez mais intransitável. Por meio de um vírus ou do simples descuido ao enviar e-mails para uma lista de pessoas, qualquer um pode passar a fazer parte de listas de spam e ainda fazer com que seus contatos o acompanhem.
Quatro décadas depois da criação do produto, em meados de 70, o grupo humorístico inglês Monty Python, famoso por seu estilo de humor nonsense, criou uma esquete onde um casal chegava a um bar e tentava comer algo do cardápio que não incluísse o famoso embutido, mas sem sucesso.
No vídeo, tudo no cardápio inclui o embutido e os clientes não podem escolher nada que não tenha SPAM a não ser que sua falta fosse sanada com o próprio SPAM. A repetição do nome do produto ao longo vídeo faz com que ele seja chato, bizarro e, finalmente, engraçado, satirizando o fato de todo vendedor querer empurrar alguma coisa para cima de você. Daí em diante, desde a década de 80, com “criação” da internet e sua popularização o termo “spam” passou a ser usado como definição para algo indesejável que, de forma ou de outra, você vai acabar recebendo sem pedir.
Sabe quando você passa horas baixando aquele programa ou aquele jogo enorme, de gigas e mais gigas, que fazem qualquer banda larga ficar assustada? E que, além disso, você fica mais uma hora esperando ele descompactar e instalar? Pois é. Se você acha que já perdeu tempo demais é por que não esperou ele abrir…

… e começar a baixar mais um mundo de atualização. Êêêê…
Dá uma vontadezinha de jogar, né?
Tudo pelos ares, evidente.
O gás é um dos combustíveis que move o mundo de uma forma imprescindível. Sem ele a gente não teria banho quente, não poderíamos cozinhar nossa comida nem esquentar água para passar café. Ah, o café… É outro combustível que move o mundo — e sem ele eu precisaria dormir mais de seis horas por dia.
Pois bem, ontem o gás acabou. E vai por mim, isso não é privilégio de casa que usa botijão; um dia vão cortar o gás do prédio pra consertar um vazamento, fazer limpeza nos dutos ou qualquer outra coisa que justifique passar mais de 3 horas sem um mísero cafezinho. Se não fosse por essa nobre causa, aliás — passar um café –, juro que não teria pensado em nada parecido. Abaixo, um pequeno tutorial sobre como ferver água sem precisar de gás no seu fogão.

Pra quê queimar gás natural se tem oxigênio aí de graça?

O problema é lavar a panela depois…
A necessidade é que faz o progresso.
No sentido figurado da coisa, claro.
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