Sair de repente pra kagar pode não ser uma tarefa das mais fáceis. Pra dar uma ajudinha, vai aí uma lista com os passos a seguir para completar a tarefa com maestria.

Não sei o que seria de nós se não fosse o Google Maps…
Segura o fôlego, 1, 2, 3…
Alguma coisa a comentar? Nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein, nein…
Ok, essa é velha demais. Demais mesmo.

Desde os tempos de Éviadão – quando O Poderoso Chefão disse aos seus semelhantes que não comessem uns aos outros senão a porrada ia cantar — o homo-sapiens homossapiens hom homem já achava o bicho-da-maçã do vizinho mais gordinho, mais nutrido, mais amarelinho. Comparavam suas minhocas como se aquilo fosse lhes dar a resposta para a vida, o universo e tudo mais: “Eva, acho que teu pinto é maior que o meu”, mas não chegavam a nenhuma conclusão.
Hoje, com os bichos-da-maçã em extinção e a ausência daquela voz do além gritando “tira a mão daí, cacete!” para cada passo errado que se possa tomar, o bípede hominídeo ficou muito mais invejoso — e muito mais filho da puta — com tudo que o cerca. O homem, corno e cruel, petulante até o último pentelho, prefere assistir à grama do outro lado do muro crescer e esquecer do cachorro que caga na dele própria, fuça o seu lixo e dá rasteira em quem passa na rua.
Talvez por isso Deus tenha ficado de mal.


O babuíno aí já aprendeu.
Tá lá o almofadinha dando um trato nos bracinhos, filmando a proeza e fazendo barulhinho como se fosse o próprio Sansão.
Até que o cachorro passa na frente e atrapalha a gravação.
Por essa você não esperava, né?
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