Ok, essa é velha demais. Demais mesmo.

Procurei a caixa pela casa inteira. Entrei até no banheiro tentando achar a bendita, procurei até atrás da privada. Claro que com a minha visão de macho alfa eu não conseguiria encontrar nem o meu nariz, mas ainda assim continuei minha caçada pelo joguinho que tinha mudado a minha vida de adolescente. Até que cansei de brincar de detetive comigo mesmo e me reneguei à patroa: “mulher, cadê o meu Twister?”.
Senti um cheiro de animação vindo da sala. Ela desligou a novela e veio pulando até o quarto, abriu o armário, tirou a caixa de dentro e entregou pra mim toda animadinha: “Huumm, vamos jogar?”. “Não, meu amor, vamos enfiar isso aqui no cu do gato”.
Claro que isso eu só pensei.

Pé esquerdo e direito no amarelo e mão esquerda e direita no verde? Assim até eu.

E os loops infinitos.
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