Hoje, mais por força do acaso e da preguiça que a de vontade, acompanhei de longe pela segunda vez esse ano, oitava desde que conheço televisão, no Supercine o filme de Steven Seagal “Operação Sol Nascente” (Into the Sun). Apesar do nome ruim, o filme também é uma bosta: tiroteios aos sete ventos, mortes sem sentido, cenas desconexas e tudo o mais que o velho ator gosta: uma mulher bonitinha que ele não pega até a última cena, alguém que apanhe muito e ele tenha que vingar e efeitos especiais de 1915.
Steven Seagal não é só um velho ator, mas também um ator velho. Há 25 anos no ramo, ele coleciona os títulos de músico, ator, diretor, filantropista, dançarino de axé e apresentador do Jornal Nacional. Além disso, por causa da sua íntima ligação com as artes marciais, eu Steven Tóquio no ano passado mas não cheguei a ver ninguém caindo na mão.
Além das facetas já mencionadas, Steven Seagal coleciona uma série de caras e bocas que só ele sabe transmitir com a emoção e dedicação de um ator que já faz grandes filmes escroques há muito tempo, que vão abaixo com exclusividade.


Hãhã.. hã!


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Sabe quando você passa horas baixando aquele programa ou aquele jogo enorme, de gigas e mais gigas, que fazem qualquer banda larga ficar assustada? E que, além disso, você fica mais uma hora esperando ele descompactar e instalar? Pois é. Se você acha que já perdeu tempo demais é por que não esperou ele abrir…

… e começar a baixar mais um mundo de atualização. Êêêê…
Dá uma vontadezinha de jogar, né?
Tudo pelos ares, evidente.


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