É só assistir ao vídeo pra saber como.
Dia tranquilo, passarinhos cantando, borboletas voando… Caraca, quê que é aquilo ali, mané? Bandido roubando a mulher?
Um aleijado vem atravessando a rua quando avista um carro vindo em sua direção e…
O que não se faz pra faltar ao trabalho…
Eu também nunca tinha visto.
Imagine que você é um policial, dando uma ronda por uma daquelas estradas americanas, quando do nada surge um buldogue e começa a… comer o carro!
Expreçionante.
Nas últimas Olimpíadas de Inverno o Curling ficou conhecido por essas bandas de cá. Nunca antes na história desse país pudemos torcer(?) por um esporte tão fora da nossa realidade, com regras tão estranhas e sem sentido.
O básico, porém, todo mundo entendeu: aquele alvo gigante no final da pista de gelo só poderia querer dizer que quem joga a pedra mais perto do meio, ganha.

E ainda tem gente que tem umas manias estranhas…
Mulher que reclama quando não consegue se segurar e tem que entrar em um banheiro qualquer pra fazer um pipi, lota o vaso de papel higiênico e gira a torneira segurando um papel-toalha, não sabe que dar um mijão na rua, até pro homem, nunca é uma experiência completamente satisfatória. Aliviante, sim, mas longe de ser um ato tão natural quanto o que temos em nossa privada privada. Via de regra, banheiro público masculino é sujo, fede a mijo e você nunca sabe onde dá pra colocar a mão — e por isso mesmo de vez em quando a gente sai sem lavar, antes lanchar com sujeira do teu pinto que com a dos outros.
Número dois, então, é uma tristeza. Se você tiver azar suficiente de estar longe demais de qualquer trono conhecido e precisar esvaziar o tubo da pasta de dente, meu irmão… É preferível soltar o barro dentro de um saco de supermercado e arremessar o mais longe possível do que se aventurar a sentar o rabo em penico alheio.
Sim, os homens também colocam papel higiênico na hora de sentar em privada pública. Claro que nossa capacidade avançada de manter o anu na gaiola por horas seguidas é muito maior que a das mulheres, por isso é muito mais difícil acontecer de termos uma vontade (des/in)controlável de soltar um barro quando fora de casa. Mas essa capacidade não é cem por cento garantida, então volta e meia somos obrigados a virar reis na rua. Tomamos todas as precauções pra não botar a bunda em cima de um lugar muito provavelmente regado de urina de sabe-se lá quem, sabe-se lá que doenças venéreas carrega, e gastamos metade do rolo protegendo a bunda de um possível ataque bactericida assassino em nossas regiões mais remotas.
Sentamos no vaso, fazemos força, aguardamos o suadouro dar um tempo. Os peidos são intermináveis e fedem tanto quanto diarréia podre de urubu. As paredes do cubículo parecem se fechar contra nós como em um filme do Indiana Jones. Alguns têm a fobia do bicho que vem pelo cano e entra no cu, outros a fobia do vaso entupido que faz a bosta chegar até no pinto. E por falar em pinto… merda, encostou na privada.
Se você terminou seus estudos escolares há mais de um ano sabe o tamanho da dificuldade de lembrar de fórmulas matemáticas, até mesmo as mais simples. Cálculos de área, de distribuição eletrônica, Fibonacci, lembrar pra que diabos serve um cateto… tudo isso é um exercício de paciência e memória que, dependendo da dose, pode ser fatal.
Maaas, como eu quero o bem dos meus leitores e não quero ficar sabendo de ninguém que leu esse post e se matou por não lembrar pra onde ia o resto no final da divisão, vou deixar uma fórmula bem simples de ser lembrada, a fórmula do volume de uma pizza. A imagem explica sozinha.

Isso professor de Matemática nenhum ensina.
Sair de repente pra kagar pode não ser uma tarefa das mais fáceis. Pra dar uma ajudinha, vai aí uma lista com os passos a seguir para completar a tarefa com maestria.

Não sei o que seria de nós se não fosse o Google Maps…
Ok, essa é velha demais. Demais mesmo.

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